Polícia Militar de Santa Catarina abre 35 vagas para oficiais

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Inscrições: Até 21 de junho

Salário: R$ 1.545,02 durante curso e até R$ 5.444,45 após

Vagas: 35, sendo três para mulheres e o restante para homens

Taxa de inscrição: R$ 33

Prova: 19 de julho

A Polícia Militar de Santa Catarina está com inscrições abertas para 35 vagas no curso de formação de oficiais. A remuneração inicial da
formação é R$ 1.545,02 - clique aqui para ver o edital.

Os candidatos devem ter nível superior em direito ou ciências jurídicas e ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B. Só podem participar pessoas com no máximo 28 anos e 11 meses.

Das vagas, são 32 para homens, que devem ter no mínimo 1,65m de altura, e três para mulheres, que devem ter no mínimo 1,60m.

O curso de formação tem duração de dois anos e a partir da matrícula o oficial passa a ser cadete. Após o termino, os oficiais passaram por estágio probatório de seis meses como aspirante e em seguida são promovidos a 2º tenente, cujo salário pode chegar a R$ 5.444,45.

As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de junho, no site da organizadora, a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe). A taxa é de R$ 33. 
Não há reserva para pessoas com deficiência, em razão, conforme o edital, "da incompatibilidade para o exercício das atribuições do cargo".

As provas serão realizadas nas cidades de Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Blumenau, Joinville e Lage na data provável de 19 de julho.

Os candidatos serão submetidos a investigação social e exames médicos. "A investigação é para saber se não tem passagem pela polícia, envolvimento com tráfico de drogas. Precisamos de oficial com reputação ilibada", afirmou o major Vilson Texeira, chefe do centro de seleção - ingresso e estudo de pessoal da PM de Santa Catarina.

Impedimentos

Segundo o edital, os candidatos não podem ter tatuagem que fique exposta quando do uso do uniforme de educação física.

O edital impede ainda piercing em qualquer parte do corpo e cicatrizes "extensas, deformantes, aderentes ou antiestéticas".

De acordo com o major Vilson Texeira, caso o candidato tenha tido piercing e o retire, ele se torna apto a participar da seleção. "Temos casos de jovens que colocam 10, 12 piercing. Dessa forma, o policial vai ter dificuldades para se colocar como autoridade."

Disse ainda que as tatuagens são permitidas, quando em locais mais escondidos, que não apareçam no uniforme de educação física. "Mas se tiver em qualquer parte do corpo tatuagem que fizer apologia ao crime, não pode. Imagina um policial com tatuagem de caveira, isso tira a credibilidade", afirmou o major.

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